Rua RSS http://www.rualab.com/rss.php RSS da Rua Arquitetura e Urbanismo pt-br © Rua Arquitetura e Urbanismo 2012-02-22T22:38:11+01:00 Rua Arquitetura e Urbanismo Rua Arquitetura e Urbanismo <![CDATA[1500 Gallery Rio]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,3092

Projeto de escritório de arte e filial carioca da 1500 Gallery, de Nova Iorque, dedicada à fotografia brasileira.

Rio de Janeiro

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<![CDATA[Galeria Progetti]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,98

O imóvel escolhido para a instalação da galeria de arte contemporânea está inserido em meio a um dos conjuntos arquitetônicos mais significativos da cidade, caracterizado pela densa estrutura urbana do período colonial e pelos sobrados de fins do século XIX. A área se localiza junto à Praça XV e ao Paço Imperial, com os quais se comunica através do Arco do Telles.

O conjunto vem sendo objeto de diversas intervenções nas últimas décadas, dentre as quais podemos destacar o Centro Cultural Banco do Brasil, o Centro Cultural dos Correios, além de galerias de artes, restaurantes e livrarias. A escolha do local para a implantação da galeria vem a reforçar esta vocação cultural, apostando na simbiose entre patrimônio arquitetônico e espaços para arte.

A galeria ocupa o sobrado nº22 da Travessa do Comércio, sendo protegido por legislação municipal e federal, através do Corredor Cultural e do IPHAN, respectivamente.

O sobrado faz parte de um conjunto de duas construções geminadas com três andares. Suas fachadas idênticas são caracterizadas pelo térreo em pedra de cantaria, com quatro portas em arco pleno no nível térreo, às quais correspondem quatro portas em verga reta interligadas entre si por sacadas corridas nos pavimentos superiores. As fenestrações verticais, as sacadas e os ornamentos de sua arquitetura as situam como exemplares típicos do final do século XIX.

As diretrizes estabelecidas para o projeto foram promover a integração entre os diferentes níveis, a neutralidade do ambiente para não interferir nas exposições e o uso de iluminação natural.

O projeto de arquitetura manteve a aparência externa e volumetria originais do sobrado. As transformações se concentraram basicamente no espaço interno, que encontrava-se descaracterizado por interferências anteriores.

O elemento estruturador do projeto foi a criação de um vazio no fundo da construção que ocupa todo a sua dimensão vertical. Este vazio possibilitou a conexão visual entre os três pavimentos, conferiu continuidade aos espaços da galeria e resultou em uma parede de 15 metros de altura destinada a receber obras de arte.

A colocação de uma clarabóia sobre este vazio banhou de luz a construção, enfatizando a relação entre interior e exterior e eliminando a clausura e a escuridão nos fundos do sobrado. O vazio e a luz valorizaram não apenas o espaço interno, mas também as obras de arte expostas.

Os dois primeiros pavimentos foram destinados a exposições, enquanto o último recebeu os usos mais restritos da galeria. 

Por conta do pouco espaço de circulação de pessoas e obras de arte junto à entrada, foi necessário se desviar trecho da escada para o interior do ambiente de exposição. A solução foi tratar o novo elemento como um objeto solto, descolado do restante da escada. Ainda neste local, uma pele de vidro, recuada em relação às portas originais da edificação, foi criada para possibilitar o controle e a climatização da galeria. Esta pele continua em um backlight que anuncia a programação da galeria e resolve o desvio criado na escada.

No andar superior optou-se por compactar em um volume único a reserva técnica, o banheiro e a copa. Este volume foi localizado no centro do espaço, solto das paredes perimetrais, e define dois ambientes, sendo um junto ao vazio e outro à fachada. Portas de correr embutidas neste volume permitem o fechamento entre estes ambientes.

O detalhamento arquitetônico obedece a um desenho seco, quase bruto, porém preciso. Foram utilizadas praticamente só três texturas: a madeira de demolição nos pisos, o branco nas demais superfícies - paredes, tetos e esquadrias, e o cinza das peças de aço - guarda-corpos, escada, backlight etc.

A clarabóia e as esquadrias que se abrem para a Travessa do Comércio são o recurso principal de iluminação da galeria, que deliberadamente responde à variação do dia.

Para complementar a luz natural, foi projetada uma iluminação difusa através de lâmpadas fluorescentes e lona vinílica, propiciando uma luminosidade uniforme. Para a iluminação de destaque foram previstos trilhos de suporte para spots e wallwashers.

A distribuição do ar-condicionado é feita através de rasgos localizados no encontro entre os planos verticais das paredes e horizontais do teto.

L’immobile scelto per Progetti è situato in un contesto architettonico tra i più significativi della città, caratterizzato dalla densa struttura urbana del periodo coloniale e dai sobrado della fine dell’Ottocento. L’area è adiacente a Praça XV e al Paço Imperial, con i quali comunica attraverso l’ Arco do Telles.

L’insieme architettonico è stato oggetto di vari restauri e interventi negli ultimi decenni, tra i quali possiamo ricordare quelli eseguiti per il Centro Cultural Banco do Brasil, per il Centro Cultural dos Correios, così come per gallerie d’arte, ristoranti e librerie. La scelta del locale della galleria mira a rafforzare questa vocazione culturale, scommettendo nella simbiosi fra il patrimonio architettonico e gli spazi dedicati all’arte. La galleria occupa un sobrado al n°22 della Travessa do Comércio, che è vincolato dalla legislazione municipale e federale. Il sobrado fa parte di un insieme di due costruzioni gemelle di tre piani. Le loro facciate, identiche, sono caratterizzate da un piano terra in granito, con quattro porte con archi a tutto sesto a livello del piano terra, alle quali corrispondono, nei piani superiori, quattro porte - con architravi retti - comunicanti fra di loro attraverso un balconcino longitudinale comune. Le finestrature verticali, i balconcini e le decorazioni dell’architettura possono essere considerati come tipici esempi dell’architettura di fine Ottocento.

Le direttrici stabilite per la realizzazione del progetto sono state quelle di favorire l’integrazione tra i diversi piani,  la neutralità dell’ambiente - in modo da non interferire con le esposizioni - e l’uso dell’illuminazione naturale.

Il progetto degli architetti ha mantenuto l’apparenza esterna e volumetrica originaria del sobrado. Le trasformazioni si sono concentrate sostanzialmente sullo spazio interno, che si trovava privo delle caratteristiche originali a causa di interferenze precedenti.

L’elemento strutturante del progetto è stato la creazione di un vuoto sul fondo della costruzione che occupa tutta la sua dimensione verticale. Questo vuoto ha reso possibile la connessione visiva tra i tre piani, conferendo continuità agli spazi della galleria e creando una parete di 15 metri d’altezza. La collocazione di un lucernario sopra questo ‘pozzo’ ha fatto sì che la costruzione fosse irrorata di luce, enfatizzando la relazione tra interno ed esterno ed eliminando l’oscurità sul fondo del sobrado. Il vuoto e la luce  valorizzano non soltanto lo spazio interno, ma anche le opere d’arte esposte. Tra il piano terra e il primo piano, il vuoto è più ampio e permette una maggiore connessione visiva tra i piani. A livello del secondo piano, il vuoto si riduce, controllando l’entrata di luce e accentuando la sua verticalità. Il risultato è un ambiente monumentale e vertiginoso, che amplia lo spazio della galleria. I due primi piani sono stati destinati alle esposizioni, mentre l’ultimo piano ad uso ufficio della galleria.

All’ingresso, arretrata rispetto alle porte originali dell’edificio, è stata creata una parete di vetro per rendere possibile il controllo e la climatizzazione della galleria. La scala a cui originariamente si accedeva direttamente dalla strada, è stata per queste ragioni deviata all’interno della galleria, grazie a cinque gradini in ferro. La soluzione è stata quella di considerare questo nuovo elemento come un oggetto autonomo. La parete di vetro continua così in un backlight che annuncia la programmazione della galleria e che risolve la deviazione creata nella scala. Sempre al piano terra, è stato nascosto sotto la scala principale un bagno, al quale si accede attraverso una porta basculante, dello stesso colore delle pareti.

All’ultimo piano si è optato per compattare in un unico volume unico la riserva tecnica, il bagno e un piano cottura nascosto. Questo volume è stato posto al centro dello spazio, libero dalle pareti perimetrali, così da definire due ambienti: il primo rivolto al vuoto e l’altro alla strada. Porte scorrevoli a scomparsa permettono in questo spazio la chiusura degli ambienti.

I dettagli architettonici obbediscono a un disegno sobrio, quasi scarno, tuttavia preciso. Per l’interno, sono stati utilizzati praticamente solo tre colori: il legno di demolizione per i pavimenti, il grigio per gli oggetti in ferro (corrimani e backlight), il bianco per le altre superfici (pareti, tetto, porte).

Il lucernario e le finestrature che danno sulla Travessa do Comércio sono il principale ricorso per l’illuminazione della galleria, che volutamente risponde alle variazioni del giorno.

Per integrare la luce naturale, è stata progettata un’illuminazione diffusa attraverso lampade fluorescenti e telo vinilico, che favorisce una luminosità uniforme. Per l’illuminazione diretta sono stati previsti  binari per faretti Erco.

La distribuzione dell’aria condizionata è stata fatta attraverso feritoie situate nel punto di incontro tra i piani verticali delle pareti e quelli orizzontali del tetto.

Rio de Janeiro | 2007

Pedro Rivera, Daniela Brasil

 

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<![CDATA[Fendas | José Bechara]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,3088

Projeto expositivo para a exposição Fendas, de José Bechara

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Produção Automática Produção Contemporânea

Maquete Robério Catelani

Design Rara Dias e Paula Delecave

Dezembro 2010

 

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<![CDATA[Art Container]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,145

Espaço temporário para exposições artísticas na área portuária utilizando containers.

Rio de Janeiro | 2010

Pedro Évora, Pedro Rivera

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<![CDATA[Casa do Jongo]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,102

 

A ONG Jongo da Serrinha está presente no Morro da Serrinha, em Madureira, faz mais de 10 anos, resgatando o jongo para novas gerações.

O projeto da casa do Jongo prevê a transformação dos escritórios e galpão de uma antiga gráfica em um centro cultural e educacional.

O segundo pavimento será tranaformado em uma praça com saibro, vegetação e coberturas leves para as festas.

Veja o site do Jongo da Serrinha.

Rio de Janeiro | 2009

Pedro Évora, Pedro Rivera e Dyonne Boy

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<![CDATA[Inferninho | Luís Zerbini]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,3090

RUA colaborou com Luiz Zerbini no desenvolvimento arquitetônico da instalação Inferninho, para a 29ª Bienal de São Paulo.

Pavilhão da Bienal

Produção Automática Produção Contemporânea

São Paulo | 2010

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<![CDATA[Instituto Vital Brazil]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,146

O projeto para o Espaço Vital Brazil de Ciência e Cultura supre demandas específicas da instituição e estabelece uma interface com o público externo, franqueando suas dependências à visitação pública. O projeto contempla a criação do Museu IVB, auditório, nova biblioteca, sala de aula, além de atividades de apoio e um novo paisagimo, a cargo do escritório Roberto Burle Marx e Cia.

Construído em 1943, o edifício sede do Instituto Vital Brazil, projeto de Álvaro Vital Brazil, é uma obra importante da arquitetura moderna brasileira, protegida por legislação municipal. Ao longo dos anos, por conta de reformas e acréscimos, a edificação sofreu um processo gradual de descaracterização. A implantação do Espaço Vital Brazil de Ciência e Cultura representa uma oportunidade de se recuperar alguns dos princípios constantes no projeto original, contribuindo para resgatar a dignidade de sua arquitetura.

 

A iniciativa ocupará o pilotis da ala Oeste da edificação e um anexo que será localizado onde fica o atual almoxarifado, descaracterizado pela adição de extensões ao longo dos anos.

A intervenção resgata o conceito da arquitetura moderna de pilotis livre, substitindo a compartimentação existente por um grande saguão envidraçado e integrado aos jardins, que serão renovados. Este espaço é destinado a receber o público e deverá abrigar terminais multimídia de caráter pedagógico e atividades temporárias, além do café e da lojinha IVB. Um plano de vidro ondulado faz referência ao desenho original do fechamento dos pilotis.

O Museu IVB, o auditório, a biblioteca e a sala de aulas serão localizados no edifício anexo, implantado paralelamente à lâmina do prédio existente. A comunicação entre os volumes é feita por passagens envidraçadas entre os dois que definem jardins internos onde serão implantados ofidários. O desenho do anexo é discreto, de modo a não interferir na arquitetura do edifício principal. O uso de terraço jardim propicia conforto térmico e integra a construção ao paisagismo.

O acesso principal ao conjunto é reconfigurado, e um novo balcão de recepção distribui os funcionários e visitantes das áreas pública e restrita. Uma entrada alternativa propicia acesso de grupos escolares ao saguão diretamente através dos jardins. Neste ponto, um pequeno anfiteatro ao ar livre permite o agrupamento dos estudantes antes ou após a visita.

Niterói | 2010 | 1100m2

Pedro Rivera, Pedro Évora

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<![CDATA[Casa na Barrinha]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,366

Projeto em desenvolvimento para casa unifamiliar na Barrinha. 

A casa ocupa um lote estreito e se distribui em dois volumes apoiados por vigas que atravessam o terreno transversalmente. O conforto térmico é obtido por terraço jardim.

Rio de Janeiro | 2010

Pedro Évora, Pedro Rivera, Renata Bartolomeu (IN/EX)

Luisa Bogossian e João Pratas

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<![CDATA[Motolab ESDI]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,94

O Motolab foi financiado pela Motorola para a ESDI, a primeira escola de design da América Latina. A ESDI está instalada na Lapa, no centro do Rio e ocupa as casas de uma antiga vila operária, hoje revestidas em chapisco cinza. O programa exigia um sala de trabalho e uma oficina para plotter 3D.

A intenção foi de conceber o projeto a partir de uma abordagem gráfica, aproximando-o mais de um elemento abstrato do que da imagem de um edifício. Este efeito foi obtido a partir do desenho de um volume preciso pintado  de vermelho, que contrasta com as construções ao redor (cinza e vermelho são as cores institucionais da escola). Manilhas circulares de concreto pontuam a superfície do volume, definindo as janelas.

A cobertura é utilizada tanto como terraço, como acesso à biblioteca localizada no edifício vizinho. O uso do deck de madeira estimula a apropriação do espaço e garante a proteção térmica das salas situadas abaixo.

The lab was financed by Motorola for ESDI, the  first design school in Latin America. The school campus is located in a former industrial site in Rio de Janeiro downtown, and it is caracterized by ordinary  buildings painted in grey. The program should house a 3D plotter room and a studio.

The guideline of the project was to threat architecture throught a graphic approach, more as an abstract element than a building. This effect was obtained by the design  of a precise block with smooth red surfaces, that contrasts with the surrounding buildings. The concrete rings used to define the window openings are pre-fabricated pieces for sewage.

The rooftop is used both as a terrace and a new acess to an existing library in the bulding next door . The use of a wood deck estimulates the appropiation of the space and provides the necessary sun protection to the rooms above.

Rio de Janeiro | 2005 | 150m2

Pedro Rivera

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<![CDATA[Rua Dona Mariana]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,3093

A proposta articula o restauro minuscioso do corpo principal do imóvel - fachadas e telhado, com a substituição de seu volume secundário por um novo anexo, que viabiliza financeiramente a operação.

O projeto enfatiza o contraste entre as duas arquiteturas - original e proposta - através da aplicação de uma pele de brise-soleils de madeira, que envolve e protege a edificação da insolação, permitindo a fruição visual dos jardins da antiga residência da família Paula Machado, tombada pelo patrimônio municipal. Esta opção confere um desenho neutro ao anexo que permite sua integração à paisagem dos jardins, minimizando sua presença na paisagem.

O gabarito do anexo acompanha os 4 pavimentos do edifício multifamiliar do lote vizinho.

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<![CDATA[Praça de Natal]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,96

Participação em concurso

Natal | 2009 

Pedro Évora, Cláudia Escarlate, Flaviana Vieira, Mariana Vieira, Renata Porto, Bianca Caldas e Tatiana Rodrigues

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<![CDATA[Mercado de Blumenau]]> http://www.rualab.com/portfolio/60,103

Introdução

Cidades e mercados sempre estiveram intimamente relacionados, de forma que é praticamente impossível imaginá-los um sem o outro. Na segunda metade do século XX, com surgimento dos supermercados, os mercados públicos vivenciaram uma forte crise, que só agora começa a ser revertida. Hoje, estes não são apenas entendidos como locais de abastecimento, mas também é reconhecida a sua importância para a vida comunitária e para a promoção dos hábitos e culturas das cidades.

A origem Blumenau está diretamente associada à imigração européia, principalmente alemã. Esta herança se reflete em aspectos culturais diversos, como em sua culinária e sua arquitetura, constituindo-se em um patrimônio para a cidade, responsável por sua atração turística.

É neste contexto que se insere o projeto para o Mercado Público de Blumenau.

Localização

O construção do mercado público faz parte de uma série de empreendimentos que visam a consolidação de um complexo turístico, localizado em um vale circundado por edificações predominantemente residenciais. O programa do mercado articula estas duas escalas existentes no local, servindo aos moradores das redondezas e também aos demais habitantes de Blumenau e turistas.

Cobertura

Os mercados têm uma textura própria, composta por uma variedade de pequenos comércios. Talvez pela antiguidade do programa, talvez pela diversidade de culturas que estes atravessam, ao longo da história estes assumiram as mais diversas formas e organizações. No livro A History of Building Types, Sir Nikolaus Pevsner afirma ser impossível definir uma tipologia para mercados. Mas o fato é que, ao se especular sobre estes espaços, a imagem do grande vão é recorrente. Possivelmente referenciada nos exemplos dos tradicionais mercados brasileiros, como o Ver-o-Peso (Belém, 1901) e São José (Recife, 1875); ou ainda por projetos contemporâneos, como o mercado de Santa Caterina (Barcelona, anos 90), esta constância determinou nossa opção pela cobertura como elemento central do projeto.

A utilização da abóbada se mostrou adequada, respondendo à escala do entorno, possibilitando uma riqueza plástica que se reflete no seu interior. Ao direção da nave foi posicionada de forma a proteger o mercado da insolação da tarde e definir a hierarquia de acessos. Foi verificado que apoiar abóbada sobre volumes perimetrais permite a liberação do vão interno, obstruído quando a cobertura desce até o chão e precisa abrigar todos os usos do mercado A relação entre a leveza da cobertura e a estabilidade dos volumes cria um contraste positivo, que permite relacionar o objeto com os elemento de grande escala do entorno, sem descuidar da escala humana da proporção das pequenas atividades que acontecem no mercado.

A utilização de duas abóbadas enriqueceu a forma da cobertura e definiu uma linha de pilares em sua interseção, conferindo monumentalidade no acesso ao mercado. Esta linha é responsável por suportar os arcos de treliças metálicas e traçar uma calha de captação das águas pluviais. Nas laterais exteriores da cobertura sua estrutura está apoiada sobre os volumes perimetrais,que têm estrutura em concreto.

Blumenau | 2007 

Pedro Évora, Pedro Rivera, Rodrigo Bleque

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<![CDATA[Concurso Morar Carioca]]> http://www.rualab.com/portfolio/65,2723

Proposta selecionada no Concurso nacional de metodologias para a urbanização das favelas do Rio de Janeiro até 2020. 

Pedro Rivera, Pedro Évora, Pedro Araújo

Renata Boliguer, Mariana Albuquerque, Carina Batista, Rodrigo Bocater, Marina Kozovski, Paula Delecave

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<![CDATA[Favelité à Paris]]> http://www.rualab.com/portfolio/65,131

Paris / Caen, 2005

Du 23 septembre au 31 décembre 2005, dans le cadre de l’Année du Brésil en France, les architectes brésiliens Laura Taves, Pedro Evora et Pedro Rivera, en collaboration avec l’ONG Enda Brésil, et avec le soutien du comité des mécènes français de et de la RATP, ont transformé la station Luxembourg à partir d’un assemblage de photograpies grandeur nature d’une favela et de ses habitants.? Le projet Favelité prétend fournir aux citoyens d’autres grandes métropoles du monde, un accès privilégié à la réalité des favelas, rompant avec cette constante association de celles-ci à la désintégration sociale. L’objectif est de montrer que la favela est un endroit où il est possible de vivre, un endroit où la culture et la structure sociale sont continuellement réinventées.


Laura Taves | Pedro Évora | Pedro Rivera

Design Paula Delecave

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<![CDATA[Workshop Unsolicited Architecture / RUA West 8]]> http://www.rualab.com/portfolio/65,412

Pedro Évora (rua arquitetos) e Joris Weits (west 8) propuseram intervenções para os bairros do Humaitá e Botafogo como parte do workshop Unsolicited Architecture, promovido pelo Studio-X Rio e o Instituto Holandês de Arquitetura. 

A idéia parte da reflexão sobre a Fricção existente entre veículos e pessoas através do corredor Botafogo-Humaitá e busca ativar espaços públicos ao longo de um corredor de lazer a ser implantado gradualmente.

As propostas incluem uma ciclovia conectando a praia de Botafogo à Lagoa Rodrigo de Freitas, um novo espaço de entrada para a favela Dona Marta sobre o terreno da Comlurb, integrando o elevador funicular existente à uma estrutura de acesso em rampas com garagem para bicicletas; a conversão dos espaços posterior e frontal do Mercado da Cobal em praças sobre seu estacionamento e, por fim, junto à Lagoa, a criação de uma plataforma flutuante com sistema de tratamento de água que acomoda garagem para barcos e estrutura de apoio às provas olímpicas de 2016.

 

***

 

RUA and Joris Weijts (West 8) proposed a series of interventions for the Humaitá neighbourhood, in Rio de Janeiro, as part of the workshop Unsolicited Architecture, promoted by Studio-X Rio and the Netherlands Architecture Institute (NAi). 

The ideas included a bike lane along Humaitá and Botafogo that could be implemented gradually; a new entrance to Morro Dona Marta integrating the infrastructures of the funicular, waste management and bike parking; a facility that incorporates water treatment and olympic infrastructure for rowing in 2016 into a floating public space at the lagoon; and a series of improvements for Cobal public market including the creation of an outdoor plaza on the top of underground car parks.

 

Pedro Évora, Joris Weits, Pedro Rivera, Rodrigo Bocater, Erica Damasceno, Luisa Bogossian,
Mariana Gomes & Tom Caminha

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<![CDATA[Revista aU 197 / Edição comemorativa de 25 anos]]> http://www.rualab.com/portfolio/66,443

Rua Arquitetos selecionada como um dos "25 escritórios brasileiros que vão fazer história", na edição comemorativa de 25 anos da revista aU. Na mesma edição confira reportagem sobre o workshop RIO2050, ministrado pela dupla Pedro Évora e Pedro Rivera.

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<![CDATA[TRAVESSIAS MARÉ]]> http://www.rualab.com/blog#508

O projeto Travessias inverte a lógica da cidade e ocupa um galpão na Favela da Maré com a principal exposição coletiva de arte contemporânea em cartaz no Rio e Janeiro. A RUA participou da recuperação do galpão e da montagem da exposição.

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<![CDATA[Novo Paissandu]]> http://www.rualab.com/blog#483

RUA desenha o novo Paissandu, para o Grupo Matriz, transformando o antigo cinema em espaço flexível, capaz de receber projeções de cinema, teatro e concertos.

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<![CDATA[Panoramas | Instituto Moreira Salles]]> http://www.rualab.com/blog#482

Inaugura no próximo sábado, dia 3 de setembro às 16h, a exposição “Panoramas – a paisagem brasileira no acervo do Instituto Moreira Salles”,  com curadoria de Carlos Martins e Sergio Burgi; curadora assistente Julia Kovensky; com projeto gráfico da Danowski Design e design expositivo de RUA Arquitetos.

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<![CDATA[RUA wins second prize in competition for designing mobile cultural space]]> http://www.rualab.com/blog#318

RUA took second prize in the Mobilizarte competition. Jury included the Campana brothers (designers), Hervè Chandès (Cartier Foundation), Marcus Fairs (Dezeen Magazine), Mathias Schwartz-Clauss (Curator of Vitra Design Museum), Paul Thompson (Director of Royal College of Arts / London) and Tunga (artist).

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