O Centro Integrado de Cultura é um equipamento multiuso concebido para ser implantado em praças de regiões carentes, dando suporte à difusão e ao desenvolvimento de atividades artísticas e comunitárias. O espaço principal é composto por uma arena coberta com lona tensionada projetada para 320 pessoas, que também pode ser adaptada para palco italiano. Sob as arquibancadas localizam-se camarins, sanitários, administração e uma pequena biblioteca. Uma outra edificação concentra o atendimento comunitário, possuindo três salas, sanitários e secretaria, além de abrigar a bilheteria e o bar/lanchonete. A implantação na praça obedece às condicionantes de cada lugar, buscando sempre criar espaços voltados para o convívio social.
Nova Iguaçu | 2004
Pedro Rivera, Pedro Évora
]]>O projeto para o Espaço Vital Brazil de Ciência e Cultura supre demandas específicas da instituição e estabelece uma interface com o público externo, franqueando suas dependências à visitação pública. O projeto contempla a criação do Museu IVB, auditório, nova biblioteca, sala de aula, além de atividades de apoio e um novo paisagimo, a cargo do escritório Roberto Burle Marx e Cia.
Construído em 1943, o edifício sede do Instituto Vital Brazil, projeto de Álvaro Vital Brazil, é uma obra importante da arquitetura moderna brasileira, protegida por legislação municipal. Ao longo dos anos, por conta de reformas e acréscimos, a edificação sofreu um processo gradual de descaracterização. A implantação do Espaço Vital Brazil de Ciência e Cultura representa uma oportunidade de se recuperar alguns dos princípios constantes no projeto original, contribuindo para resgatar a dignidade de sua arquitetura.
A iniciativa ocupará o pilotis da ala Oeste da edificação e um anexo que será localizado onde fica o atual almoxarifado, descaracterizado pela adição de extensões ao longo dos anos.
A intervenção resgata o conceito da arquitetura moderna de pilotis livre, substitindo a compartimentação existente por um grande saguão envidraçado e integrado aos jardins, que serão renovados. Este espaço é destinado a receber o público e deverá abrigar terminais multimídia de caráter pedagógico e atividades temporárias, além do café e da lojinha IVB. Um plano de vidro ondulado faz referência ao desenho original do fechamento dos pilotis.
O Museu IVB, o auditório, a biblioteca e a sala de aulas serão localizados no edifício anexo, implantado paralelamente à lâmina do prédio existente. A comunicação entre os volumes é feita por passagens envidraçadas entre os dois que definem jardins internos onde serão implantados ofidários. O desenho do anexo é discreto, de modo a não interferir na arquitetura do edifício principal. O uso de terraço jardim propicia conforto térmico e integra a construção ao paisagismo.
O acesso principal ao conjunto é reconfigurado, e um novo balcão de recepção distribui os funcionários e visitantes das áreas pública e restrita. Uma entrada alternativa propicia acesso de grupos escolares ao saguão diretamente através dos jardins. Neste ponto, um pequeno anfiteatro ao ar livre permite o agrupamento dos estudantes antes ou após a visita.
Niterói | 2008 | 1100m2
Pedro Rivera, Pedro Évora
]]>Projeto em desenvolvimento para casa unifamiliar na Barrinha.
A casa ocupa um lote estreito e se distribui em dois volumes apoiados por vigas que atravessam o terreno transversalmente. O conforto térmico é obtido por terraço jardim.
Pedro Évora, Pedro Rivera, Renata Bartolomeu (IN/EX)
Luisa Bogossian e João Pratas
]]>Projeto de residência unifamiliar.
Itaipava | em curso
RUA + in/ex
]]>Brazil is one of the most important emerging economies of the world. The city of Rio de Janeiro is undergoing huge transformations, with special attention to the renovation of the port area and the preparation for the 2016 Olympic Games. Studio-x will be located in the heart of the port, where the city plans major investiments in urbanization and cultural equipments within the next years.
Studio-x will occupy three late 19th century detached historical buildings, known as sobrados. They are located at rua são francisco da prainha, a small street in the former port area coastline. Nowadays it marks the limit between the traditional urban tissue of morro da conceição and the modern structure defined by the port landfills.
Right by the side of studio-x, other historic sobrados will be renovated to shelter relevant brazilian artists ateliers. The sinergy between the artists and studio-x will be natural and rua são francisco da prainha will become a cluster for art and architecture.
The project for the houses renovation considers the importance of the original sobrados tipology and will keep the reference of the internal spatialness.
In that sense, the future development of the project will include the collaboration of the preservation section of gsapp and sedrepac, the local department for heritage.
The sobrado tipology derives from the narrow and long colonial urban plot, in order to provide light and ventilation, these buildings normally have a skylight above an internal void.
In general, the groundfloor is dedicated to working spaces and the upper levels to housing.
The buildings at Rua São Francisco da prainha were constructed together and share structural walls. The building in the left (39) still keeps it’s original divisions, while the other two (41, 43) are completely deprived from it’s characteristics. Both the three are in very severe conservation conditions.
Studio-x needs flexible spaces that can be used together or separatelly, according to a wide range of needs: exhibitions, studios, workshops, lectures, performances and hostelling. To fit those needs, the proposal allow their integration in a single system, while mantains the individuality of the buildings,
The proposal:
The original backyard was filled with ordinary additions to the historic construction. We propose their demolition, providing an outdoor patio for activities. This decision will increase the environmental performance of the buildings.
A grandstand is proposed in the patio for performances and lectures, also serving as an alternative acess to morro da conceição hill. In the patio is also located a bar/café.
The building 39, that still keeps it’s original characteristics, will preserved as an example of the sobrados typology. The street level is a single space that can be used as a gallery. The upper floor is a unit with independent acess that can serve as a residence space for visitors.
The two other buildings have their back walls withdrawn, in order to create an intermediary space between inside and outside. The resultant space is double height room that can be extended to the patio and serve for exhibitions and lectures. Besides this spaces, there are other four large rooms appropriated for studios and workshops.
Rio de Janeiro | 2010 | 750m2
Pedro Rivera, Pedro Évora
]]>Participação em concurso
Natal | 2009
Pedro Évora, Cláudia Escarlate, Flaviana Vieira, Mariana Vieira, Renata Porto, Bianca Caldas e Tatiana Rodrigues
]]>Penedo é um pequena cidade turística no interior do Rio de Janeiro. O projeto foi encomendado com a observação de que nenhuma árvore poderia ser retirada do terreno e que a casa fosse de madeira.
O projeto, executado em eucalipto autoclavado, se distribui em dois volumes. O primeiro, com um pavimento, abriga a sala e dois quartos. O segundo contém a cozinha e um banheiro no térreo e o quarto suíte do casal no pavimento superior.
Penedo | 2002 | 150m2
Pedro Rivera, Rodrigo Azevedo
]]>
A ONG Jongo da Serrinha está presente no Morro da Serrinha, em Madureira, faz mais de 10 anos, resgatando o jongo para novas gerações.
O projeto da casa do Jongo prevê a transformação dos escritórios e galpão de uma antiga gráfica em um centro cultural e educacional.
O segundo pavimento será tranaformado em uma praça com saibro, vegetação e coberturas leves para as festas.
Veja o site do Jongo da Serrinha.
Rio de Janeiro | 2009
Pedro Évora, Pedro Rivera e Dyonne Boy
]]>Candidato a Patrimônio da Humanidade pela Unesco e tombado pelo Iphan, o complexo do Ver-o-Peso é um bem de valor cultural e histórico inestimável não só para a cidade de Belém, mas também para a Amazônia, por sua ligação intrínseca com o rio.
Ocupando uma área de 3,5ha, o Ver-o-Peso, além dos mercados de Peixe e de Carne, construções de estrutura metálica importadas da Inglaterra no início do século 20, é composto por uma feira permanente com 1.800 feirantes cuja origem remete ao início da formação da cidade e representa a síntese da cultura amazônica.
O projeto para requalificação do complexo foi vencedor de concurso nacional e envolveu os projetos de restauração e readequação das edificações históricas, de coberturas tensionadas e mobiliário urbano para a feira, além da reurbanização de toda a área.
Belém | 2000 | 3,5ha
Pedro Rivera, Flavio Ferreira, Rodrigo Azevedo e Washington Fajardo
]]>O imóvel escolhido para a instalação da galeria de arte contemporânea está inserido em meio a um dos conjuntos arquitetônicos mais significativos da cidade, caracterizado pela densa estrutura urbana do período colonial e pelos sobrados de fins do século XIX. A área se localiza junto à Praça XV e ao Paço Imperial, com os quais se comunica através do Arco do Telles.
O conjunto vem sendo objeto de diversas intervenções nas últimas décadas, dentre as quais podemos destacar o Centro Cultural Banco do Brasil, o Centro Cultural dos Correios, além de galerias de artes, restaurantes e livrarias. A escolha do local para a implantação da galeria vem a reforçar esta vocação cultural, apostando na simbiose entre patrimônio arquitetônico e espaços para arte.
A galeria ocupa o sobrado nº22 da Travessa do Comércio, sendo protegido por legislação municipal e federal, através do Corredor Cultural e do IPHAN, respectivamente.
O sobrado faz parte de um conjunto de duas construções geminadas com três andares. Suas fachadas idênticas são caracterizadas pelo térreo em pedra de cantaria, com quatro portas em arco pleno no nível térreo, às quais correspondem quatro portas em verga reta interligadas entre si por sacadas corridas nos pavimentos superiores. As fenestrações verticais, as sacadas e os ornamentos de sua arquitetura as situam como exemplares típicos do final do século XIX.
As diretrizes estabelecidas para o projeto foram promover a integração entre os diferentes níveis, a neutralidade do ambiente para não interferir nas exposições e o uso de iluminação natural.
O projeto de arquitetura manteve a aparência externa e volumetria originais do sobrado. As transformações se concentraram basicamente no espaço interno, que encontrava-se descaracterizado por interferências anteriores.
O elemento estruturador do projeto foi a criação de um vazio no fundo da construção que ocupa todo a sua dimensão vertical. Este vazio possibilitou a conexão visual entre os três pavimentos, conferiu continuidade aos espaços da galeria e resultou em uma parede de 15 metros de altura destinada a receber obras de arte.
A colocação de uma clarabóia sobre este vazio banhou de luz a construção, enfatizando a relação entre interior e exterior e eliminando a clausura e a escuridão nos fundos do sobrado. O vazio e a luz valorizaram não apenas o espaço interno, mas também as obras de arte expostas.
Os dois primeiros pavimentos foram destinados a exposições, enquanto o último recebeu os usos mais restritos da galeria.
Por conta do pouco espaço de circulação de pessoas e obras de arte junto à entrada, foi necessário se desviar trecho da escada para o interior do ambiente de exposição. A solução foi tratar o novo elemento como um objeto solto, descolado do restante da escada. Ainda neste local, uma pele de vidro, recuada em relação às portas originais da edificação, foi criada para possibilitar o controle e a climatização da galeria. Esta pele continua em um backlight que anuncia a programação da galeria e resolve o desvio criado na escada.
No andar superior optou-se por compactar em um volume único a reserva técnica, o banheiro e a copa. Este volume foi localizado no centro do espaço, solto das paredes perimetrais, e define dois ambientes, sendo um junto ao vazio e outro à fachada. Portas de correr embutidas neste volume permitem o fechamento entre estes ambientes.
O detalhamento arquitetônico obedece a um desenho seco, quase bruto, porém preciso. Foram utilizadas praticamente só três texturas: a madeira de demolição nos pisos, o branco nas demais superfícies - paredes, tetos e esquadrias, e o cinza das peças de aço - guarda-corpos, escada, backlight etc.
A clarabóia e as esquadrias que se abrem para a Travessa do Comércio são o recurso principal de iluminação da galeria, que deliberadamente responde à variação do dia.
Para complementar a luz natural, foi projetada uma iluminação difusa através de lâmpadas fluorescentes e lona vinílica, propiciando uma luminosidade uniforme. Para a iluminação de destaque foram previstos trilhos de suporte para spots e wallwashers.
A distribuição do ar-condicionado é feita através de rasgos localizados no encontro entre os planos verticais das paredes e horizontais do teto.
L’immobile scelto per Progetti è situato in un contesto architettonico tra i più significativi della città, caratterizzato dalla densa struttura urbana del periodo coloniale e dai sobrado della fine dell’Ottocento. L’area è adiacente a Praça XV e al Paço Imperial, con i quali comunica attraverso l’ Arco do Telles.
L’insieme architettonico è stato oggetto di vari restauri e interventi negli ultimi decenni, tra i quali possiamo ricordare quelli eseguiti per il Centro Cultural Banco do Brasil, per il Centro Cultural dos Correios, così come per gallerie d’arte, ristoranti e librerie. La scelta del locale della galleria mira a rafforzare questa vocazione culturale, scommettendo nella simbiosi fra il patrimonio architettonico e gli spazi dedicati all’arte. La galleria occupa un sobrado al n°22 della Travessa do Comércio, che è vincolato dalla legislazione municipale e federale. Il sobrado fa parte di un insieme di due costruzioni gemelle di tre piani. Le loro facciate, identiche, sono caratterizzate da un piano terra in granito, con quattro porte con archi a tutto sesto a livello del piano terra, alle quali corrispondono, nei piani superiori, quattro porte - con architravi retti - comunicanti fra di loro attraverso un balconcino longitudinale comune. Le finestrature verticali, i balconcini e le decorazioni dell’architettura possono essere considerati come tipici esempi dell’architettura di fine Ottocento.
Le direttrici stabilite per la realizzazione del progetto sono state quelle di favorire l’integrazione tra i diversi piani, la neutralità dell’ambiente - in modo da non interferire con le esposizioni - e l’uso dell’illuminazione naturale.
Il progetto degli architetti ha mantenuto l’apparenza esterna e volumetrica originaria del sobrado. Le trasformazioni si sono concentrate sostanzialmente sullo spazio interno, che si trovava privo delle caratteristiche originali a causa di interferenze precedenti.
L’elemento strutturante del progetto è stato la creazione di un vuoto sul fondo della costruzione che occupa tutta la sua dimensione verticale. Questo vuoto ha reso possibile la connessione visiva tra i tre piani, conferendo continuità agli spazi della galleria e creando una parete di 15 metri d’altezza. La collocazione di un lucernario sopra questo ‘pozzo’ ha fatto sì che la costruzione fosse irrorata di luce, enfatizzando la relazione tra interno ed esterno ed eliminando l’oscurità sul fondo del sobrado. Il vuoto e la luce valorizzano non soltanto lo spazio interno, ma anche le opere d’arte esposte. Tra il piano terra e il primo piano, il vuoto è più ampio e permette una maggiore connessione visiva tra i piani. A livello del secondo piano, il vuoto si riduce, controllando l’entrata di luce e accentuando la sua verticalità. Il risultato è un ambiente monumentale e vertiginoso, che amplia lo spazio della galleria. I due primi piani sono stati destinati alle esposizioni, mentre l’ultimo piano ad uso ufficio della galleria.
All’ingresso, arretrata rispetto alle porte originali dell’edificio, è stata creata una parete di vetro per rendere possibile il controllo e la climatizzazione della galleria. La scala a cui originariamente si accedeva direttamente dalla strada, è stata per queste ragioni deviata all’interno della galleria, grazie a cinque gradini in ferro. La soluzione è stata quella di considerare questo nuovo elemento come un oggetto autonomo. La parete di vetro continua così in un backlight che annuncia la programmazione della galleria e che risolve la deviazione creata nella scala. Sempre al piano terra, è stato nascosto sotto la scala principale un bagno, al quale si accede attraverso una porta basculante, dello stesso colore delle pareti.
All’ultimo piano si è optato per compattare in un unico volume unico la riserva tecnica, il bagno e un piano cottura nascosto. Questo volume è stato posto al centro dello spazio, libero dalle pareti perimetrali, così da definire due ambienti: il primo rivolto al vuoto e l’altro alla strada. Porte scorrevoli a scomparsa permettono in questo spazio la chiusura degli ambienti.
I dettagli architettonici obbediscono a un disegno sobrio, quasi scarno, tuttavia preciso. Per l’interno, sono stati utilizzati praticamente solo tre colori: il legno di demolizione per i pavimenti, il grigio per gli oggetti in ferro (corrimani e backlight), il bianco per le altre superfici (pareti, tetto, porte).
Il lucernario e le finestrature che danno sulla Travessa do Comércio sono il principale ricorso per l’illuminazione della galleria, che volutamente risponde alle variazioni del giorno.
Per integrare la luce naturale, è stata progettata un’illuminazione diffusa attraverso lampade fluorescenti e telo vinilico, che favorisce una luminosità uniforme. Per l’illuminazione diretta sono stati previsti binari per faretti Erco.
La distribuzione dell’aria condizionata è stata fatta attraverso feritoie situate nel punto di incontro tra i piani verticali delle pareti e quelli orizzontali del tetto.
Rio de Janeiro | 2007
Pedro Rivera, Daniela Brasil
]]>
|
2008 | Pedro Évora **Premio Interferências Urbanas** Rio de Janeiro, RJ A idéia de colocar um lustre sobre a estátua do escritor indianista José de Alencar, localizado na praça homônima, no bairro do Flamengo, surge na direção da pesquisa sobre o estatuto das obras temporárias na cidade. Podem os objetos temporários ativar espaços para além da sua permanência? |
"O que pode fazer um artefato como um lustre, na cabeça de um escritor como José de Alencar, em uma praça pública que tem o seu nome? A intervenção urbana de Pedro Évora responde a isso quase que silenciosa e sutilmente, ao mesmo tempo que de maneira bem certeira e enfática. O lustre, como iconografia de casa, de espaço interior, pertencente a um habitat aconchegante e até pompier, opera aqui como conexão estética para uma intervenção site specific que eletriza mais que a iluminação. A "cena construída" para o escritor indianista, que está sentado em uma cadeira e suspenso no alto como estátua de praça pública, não pode ser mais irônica, já que joga com várias freqüências: em primeiro lugar, explode a escultura decimonônica, celebradora por meio da sua intervenção/distorção – implode, em suma, a apatia costumbrista, o seu lugar cultural-urbano normalizado. Em segundo lugar, a intervenção sabe religar diversos tempos (passados do escritor, do esplendor do bairro) e vincular a primeira metade do século XX com a voragem contemporânea. Sabe ajustar ponteiros distantes, colocar-se em suspensão, como faz o mesmo lustre em plena luz do dia.
Por outro lado, no meio da alta passagem do local – trânsito contínuo de carros, circulação numerosa de pedestres –, a intervenção cria um contra-ritmo urbano, uma pausa visual maior que a estabelecida de maneira mecânica pela estátua pública. O acento arquitetônico reforçado, embora elíptico, joga com a mesma transparência do que está aberto ao ar livre, com a virtualidade ficcional de um espaço latente, subentendido, e também com a semipropriedade decorativa, sublinhada de forma acertada na escolha do sobrecarregado lustre. A intervenção inscreve-se como um verdadeiro comentário visual, perceptivo, não isento de ironia (ainda mais sabendo que a longínqua natureza, aqui inexistente, era a razão da escrita deste autor romântico). Assim, a obra de Pedro Évora aciona a memória – uma certa construção –, tanto quanto a sua nova contextualização – uma significativa desconstrução."
Adolfo Montejo Navas
]]>Trabalho originalmente apresentado por Pedro Évora na exposição A RUA É NOSSA, É DE TODOS NÓS, no Centro Cultural da Justiça Federal.
Jornal oGlobo, 24 de abril de 2009
Ação realizada na Praça General Osório, em Ipanema, para pesquisa de Maria Villalobos, da ARUP + Harward University.
Fotos: Laura Campanella
Agradecimentos: Carolina Ferreira, Maria Villalobos, Laura e Oscar.
Rio de Janeiro, 2008
]]>Pedro Évora | 2006
visite:
]]>Arquitetura, cidade, experimentação.
Workshop na Casa França-Brasil, como parte da programação da Mesa-Palco.
"A única coisa realmente radical é o espaço que não sabemos ainda como habitar. Isto significa espaços que temos que inventar meios para agir e para viver." Lebbeus Woods
Nos próximos 10 anos, o Rio de Janeiro deverá passar por profundas transformações por conta dos eventos esportivos. O workshop transportou a cidade para um tempo bem mais distante, 2050, e propôs aos participantes produzirem sonhos e cenários a respeito do futuro da cidade e da vida urbana. O resultado foi ilustrado através de cartões postais.
programação
1º dia - introdução / provocação: visões de futuro no século XX
2º dia - desenvolvimento
3º dia - desenvolvimento
4º dia - apresentação dos resultados
Rio de Janeiro | 2010
Pedro Évora, Pedro Rivera
]]>Rua Arquitetos selecionada como um dos "25 escritórios brasileiros que vão fazer história", na edição comemorativa de 25 anos da revista aU. Na mesma edição confira reportagem sobre o workshop RIO2050, ministrado pela dupla Pedro Évora e Pedro Rivera.
]]>Herança lusa
]]>Ervilha, a gata sem rabo, investiga a maquete do MAM que está sendo preparada para a montagem da exposição do José Bechara em novembro.
]]>Iniciada a montagem da instalação de Luís Zerbini para Bienal de São Paulo 2010.
]]>RUA elabora projeto de recomposição para sobrado na Rua do Lavradio
]]>