Vale das Videiras
Pedro Rivera, 02-09-2010

Herança lusa

Maquete do MAM
Pedro Rivera, 01-09-2010

Ervilha, a gata sem rabo, investiga a maquete do MAM que está sendo preparada para a montagem da exposição do José Bechara em novembro.

Luiz Zerbini na Bienal de São Paulo
Pedro Rivera, 31-08-2010

Iniciada a montagem da instalação de Luís Zerbini para Bienal de São Paulo 2010.

Rua do Lavradio
Pedro Rivera, 16-08-2010

RUA elabora projeto de recomposição para sobrado na Rua do Lavradio

RUA + West 8 participate on workshop Unsolicited Architecture
Pedro Rivera, 31-07-2010

Pedro Évora and Joris Weijts (West 8) take a tour in Humaitá to develop proposals for the workshop Unsolicited Architecture, promoted by Studio-X Rio + NAi 

Iniciadas as obras da Casa do Vale
Pedro Rivera, 11-07-2010

A construção da casa no Vale das Videiras, em Itaipava, já começou. Em breve mais posts. 

Vagas para estágio
Pedro Rivera, 26-06-2010

Estamos selecionando estagiários. Envie seu currículo para contato@rualab.com.

Assine nosso RSS
Pedro Rivera, 04-06-2010

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RUA no SLUMLab
Pedro Rivera, 31-05-2010

O texto "4 steps", de Pedro Rivera e Nanda Eskes, foi publicado no jornal do SLUMLab / Columbia University. Participam também da edição Paulo Mendes da Rocha, Milton Braga, Lígoa Nobre e Jorge Mário Jáuregui.

Concept phase: interactive design sessions
Pedro Rivera, 17-04-2010

We are estabilishing a new metodology to work with the clients in the conceptual phase.

In he first meeting we projected a tridimensional diagram of the project to discuss it with the clients, and together we defined the house volumes and spatial relations by drawing on the top of the projection.

In the second meeting we used an interactive sketchup model to explain the house and presented the plans. The picture shows the client discussing the plan with a pilot, drawing on the top of the projection! That was great!

 

Futuro Patrimônio
Pedro Évora, 06-04-2010

 

Por Pedro Évora

 

Quando um sobrado pega fogo no Centro da cidade, ameaçando vidas e outras edificações importantes à sociedade, como vimos acontecer recentemente no largo de São Francisco, expõe-se uma situação que vai além do estado de conservação daquela única casa. Sabemos realmente cuidar do nosso patrimônio?


Se por um lado as leis de proteção de imóveis ou ambientes culturais preservam edificações e a cidade, por outro muitas vezes inibem a adaptação e a transformação destes lugares à realidade atual.


São estruturas que resistiram ao tempo, mas são frágeis do ponto de vista econômico, pois foram criadas em outro momento da nossa história, atendendo às demandas de outro período. A revitalização de áreas históricas e obsoletas da cidade, passa geralmente pela identificação e fomento de nova vocação para o lugar, de modo que as edificações dali possam se prestar a outros usos. Mas isso nem sempre acontece ou é possível.


O Rio de Janeiro possui 35 mil imóveis preservados, tombados ou tutelados. Trata-se de um acervo patrimonial imenso que, de São Cristóvão ao Leblon, representa quase 40% do território construído, tendo no Centro sua maior concentração, que chega a 80%.


Quando os novos usos são adequados às construções antigas temos a manutenção dos conjuntos construídos, como acontece na área da Lapa hoje, onde sobrados residenciais do início do século XX estão sendo transformados em bares e casas noturnas, porém, quando isso não acontece, vemos as disputas e as polêmicas entre aqueles que desejam preservar a cultura na sua forma construída e os que acreditam na transformação da cidade em função da lógica imediata.


Os órgãos de proteção ao patrimônio têm importância estratégica na cidade. Como vemos acontecer na França e na Inglaterra, esta importância vai além da fiscalização e salvaguarda dos imóveis protegidos. Podem, portanto, impactar na produção contemporânea de arquitetura, fomentar novas tecnologias construtivas, no desenvolvimento econômico e social das áreas centrais, no fomento de habitação, de empregos e até da identidade cultural.

 

O patrimônio construído de uma cidade demanda cuidado de manutenção e inteligência estratégica para sua multiplicação. Seus órgãos precisam ter independência e autonomia para atuar efetivamente no planejamento e no fomento de futuros bens. Precisam ser capazes de desenhar estratégias urbanísticas para a sustentabilidade econômica das áreas abrangidas e pensar na criação do patrimônio que construiremos hoje para nossos filhos e netos.

 

Artigo publicado no Jornal Destak em 06/04/2010

 

http://www.bancadigital.com.br/destakrj/reader2/Default.aspx?pID=94&eID=3303&lP=15&rP=0&lT=page

 

Um desafio à humanidade
Pedro Évora, 31-03-2010

Haiti, um desafio à humanidade


por Pedro Évora

 

Nesta semana, em Nova Iorque, acontece uma importante reunião na ONU que iniciará a traçar o futuro do Haiti. Trata-se do “encontro dos doadores”. Um foro dos principais países envolvidos na reconstrução do país destruído pelo terremoto de 12 de janeiro, onde o Brasil, junto aos Estados Unidos e a União Européia, preside a seção.

 

O que está em jogo não é somente a gestão dos bilhões de dólares direcionados ao país, nem apenas as diretrizes para reconstrução de Porto Príncipe, mas também as estratégias e conceitos que nortearão as ações para a totalidade do território haitiano.

 

Desembarquei em porto príncipe em 30 de janeiro, logo após o terremoto, para trabalhar em projetos emergenciais para a Minustah (nome dado às forças da ONU em Porto Príncipe). A constatação da fragilidade de tudo que nos cerca, inclusive o próprio chão, é transformadora. O Haiti teve todas as suas estruturas destruídas; suas infra-estruturas, suas principais construções, suas instituições e muitos de seus símbolos.

 

O cenário atual é composto por condicionantes radicais. Nas infra-estruturas, há ausência de redes de energia, de água, esgoto, transportes e alimentos. Há ausência de portos, mercado, setor produtivo e de serviços. Ausência de rede escolar, de saúde pública, mas, sobretudo de instituições capazes de levar a cabo um projeto de reestruturação.  Um país com recursos naturais escassos, ameaças de furacões, fortes chuvas e terremotos.

 

A comunidade internacional e as Nações Unidas estão postas em cheque pois precisam despir suas questões ideológicas para enfrentar este desafio. Trata-se de um desafio à humanidade, que tem aí a oportunidade de mostrar seu potencial de mobilização, transformação e solidariedade.

 

A palavra que talvez melhor defina este desafio é Re-Invenção. Reinvenção dos padrões de urbanização e organização que experimentamos até agora no mundo.

 

Estima-se um déficit habitacional de centenas de milhares de casas. O problema de acomodação da população deve passar pelo desenvolvimento de novas soluções construtivas que possuam essencialmente três fatores: sejam tecnologicamente avançadas, para responder às condicionantes naturais, sejam acessíveis e reprodutíveis industrialmente, para que possam dar conta da escala da urgência do problema e que sejam culturalmente apropriáveis, para que possam ser implantadas pelo próprio povo haitiano.

 

Muito já está sendo discutido para solução destes problemas, mas o debate sobre os espaços da cidade e sobre o planejamento em escala regional serão os únicos capazes de articular os diferentes campos e transformá-los em projeto.

 

A partir da constatação da fragilidade das infra-estruturas remanescentes nas áreas mais centrais, se discute o conceito de descentralização e manutenção de populações no campo. É a hipótese do desadensamento da cidade como forma de promover outra relação dos haitianos com a ocupação do solo, que implica em gastos elevados na implantação de redes de conexão destes novos assentamentos às áreas produtivas.

 

É importante balancear densidades ocupacionais no centro e fora dele, para que se possa preservar aspectos simbólicos fundamentais à sociedade, ainda que estes estejam ocultos sob os entulhos, e ao mesmo tempo promover outras relações com a terra e com a cidade.

 

O centro da cidade foi, sem dúvida, a área mais afetada da cidade. Os bairros centrais de Porto Príncipe encontram-se em escombros e soterrados por entulho. Sua reconstrução implica inicialmente em uma estratégia de limpeza, identificação de terrenos vazios e eleição dos projetos que melhor se adequarão à cada parte.

 

Haiti pode se transformar em um expressivo caso de reciclagem generalizada. Não apenas das idéias de cidade e urbanização mas também de todo lixo e destroços acumulados pelas ruas.

 

O entulho passa, portanto a poder ser visto como matéria prima para a reconstrução do país. Podendo ser transformado em material para aterros, contenção de encostas, alvenaria e até concreto. Os plásticos, como garrafas pet e embalagens podem ser transformados em painéis de fechamento e telhas de cobertura das casas.

 

A matriz energética para a cozinha haitiana é o carvão, portanto, todo o esgoto pode ser acondicionado e transformado em gás de cozinha através de tanques biodigestores e as águas das chuvas devem ser coletadas e utilizadas em escala comunal para agricultura familiar e regional para abastecimento.

 

O Haiti não possui um código de obras que norteie suas construções. Este terá que ser escrito. Terremotos acontecerão novamente e furacões, muito em breve.

 

As Nações Unidas tratam o assunto sob o lema “Building Back Better” (construir novamente melhor), portanto é importante atentarmos para o que consideramos melhor.

 

Os programas de reconstrução do Haiti deverão estar cruzados com programas sociais equivalentes, capazes de incorporar a informalidade e a força da população como ativo, para que estes novos códigos se entrelacem à sociedade e façam sentido à população.

 

Desde os itens para construção civil, à inteligência logística, governança e projetos, o Brasil tem condições hoje de fornecer toda tecnologia necessária para ajudar na reconstrução do Haiti.

 

Como nos ensina o provérbio, problemas simples devem ser encarados com a máxima atenção enquanto questões complexas devem ser resolvidas pela simplicidade.

 

A implicação desta simplicidade está na consciência de que não existirá uma solução única para tudo mas sim um sistema de respostas que possa dar conta de cada setor dos problemas ao longo do tempo.

 

Artigo publicado no Jornal Destak em 30/03/2010

e no site:

http://www.comunidadesegura.org/pt-br/MATERIA-o-efeito-brasil
Work with us!
Pedro Évora, 31-03-2010

Estamos contratando estagiários para trabalhar conosco em maquetes, 3Ds e desenhos. Envie seu currículo.

We are hiring architecture trainees for model making, 3Ds and drawing. Send us your cv.

PUC-Rio 2010
Pedro Rivera, 24-03-2010

Pedro Rivera foi convidado a lecionar no Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio, na disciplina Projeto de Revitalização, que já conta com os professores João Calafate, Ernani Freire, Manuel Fiaschi, Geraldo Fiizola e Cândido Campos.

A Conexão Olímpica Rio – Barcelona
Pedro Évora, 23-03-2010

Por Pedro Évora


No final de semana foi realizado um evento chamado “A Olimpíada e a Cidade – Conexão Rio-Barcelona”. Trata-se de uma iniciativa do IAB, do PROURB-UFRJ e da Prefeitura do Rio no sentido do intercâmbio de experiências entre as cidades. Foi também anunciado por Eduardo Paes, um acordo de cooperação entre a prefeitura e o ex-prefeito de Barcelona durante os Jogos Olímpicos de 1992, Pasqual Maragall, visando os Jogos de 2016. Segundo Paes, "Barcelona é, sem dúvida, o grande modelo a ser seguido para a organização do evento”. Resta saber como serão entendidas, interpretadas e implementadas nossas ações a partir das experiências deles.

 

O socialista Pasqual Maragall alcançou um consenso entre interesses públicos e privados para formular uma estratégia que revertesse a desastrosa construção especulativa das décadas anteriores. Entendeu, junto à sociedade civil e o colégio espanhol de arquitetos que os projetos teriam papel protagonista neste processo.

 

O plano desenhado pelos arquitetos Oriol Bohigas & Joan Busquets, pautou o desenvolvimento alicerçado na cultura e no chamado “espírito da cidade” onde os edifícios de habitação operaram como uma peça chave de ligação da cidade com o antigo porto - em área cortada pela linha férrea e repleta de indústrias. Comissionaram seu desenvolvimento a arquitetos jovens e conseguiram restabelecer o desenvolvimento pela costa e a relação da cidade com o mar. Barcelona ‘92 virou um caso de sucesso.

 

Ao escolher uma cidade para sediar os Jogos olímpicos, o COI faz uma aposta. Esta aposta está na capacidade da futura cidade-sede em pegar os cinco anéis olímpicos, ou seja, a sua marca, e transformá-la em algo de maior valor. Algumas cidades fracassaram. Barcelona foi além pois soube enxergar na transformação da cidade a raiz da vitória olímpica.

 

Por aqui, existem argumentos pela acomodação dos equipamentos olímpicos nas áreas centrais, e interesses por sua concentração na Barra da Tijuca. Além desta discussão, que é fundamental para a cidade, existe outra que ainda não conseguimos entrar, que trata justamente da qualidade daquilo que estamos prestes a produzir. O bom desenho das habitações, dos estádios e dos espaços públicos será responsável por fazer transcender, transfigurar, como num gesto de alquimia, meras obra em patrimônio para cidade do rio de janeiro.

 

Uma cidade justa, verde, sem carros, compacta, criativa? Afinal qual a marca que o Rio quer criar para si a partir dos jogos? Que valores temos a deixar para as Olimpíadas? Que presente o rio vai dar para si mesmo?

 

Uma cidade não deve reproduzir o modelo de outra. Cada cidade possui suas condicionantes e seu tempo. Não existem fórmulas prontas, e cada cidade deve criar a sua. Portanto, o caso Barcelona não pode ser visto como modelo, mas sim como um estímulo, uma referência de um grupo de administradores, empresários e arquitetos que apostaram na cidade e na sua cultura, através da arquitetura, para se presentear e se valorizar.

 

Artigo publicado no jornal Destak em 23/03/2010

http://www.bancadigital.com.br/destakrj/reader2/Default.aspx?pID=94&eID=3285&lP=15&rP=0&lT=page

Pontos de Encontro
Pedro Évora, 23-03-2010

Por Pedro Évora 

 

O papel de um edifício em um lugar vai além da sua função primeira. Os edifícios públicos são também referências criadas por nós para nossos bairros e para nossa cidade. Lembramos dos lugares pelos sentimentos que desenvolvemos, em relação a eles, pelas pessoas e também pelos edifícios que lá estão. É a igreja da praça, a bela biblioteca, o palácio do governo. Estes edifícios são únicos, como as pessoas, como cada lugar.

Mas nem sempre são únicos, a Secretaria Municipal de Habitação pretende construir 15 espaços denominados "pontos de encontro com o conhecimento", em diferentes locais da cidade, sobretudo em bairros das zonas norte e oeste. Os edifícios deverão atuar como bibliotecas modernas, capazes de abrigar cursos de tecnologia, webdesign, fotografia, computação gráfica, acesso a internet, exibição de filmes e consulta livros virtuais. Pelo menos dez serão construídos a partir de um único projeto, desenhado por Oscar Niemeyer.

Os Cieps foram concebidos por Darcy Ribeiro, promovidos por Leonel Brizola e projetados também por Niemeyer. Com estrutura em concreto pré-fabricada e levada ao local. Encontraram neste conceito de repetição a forma possível para constituir uma rede de escolas públicas capaz de dar conta de uma larga demanda por espaços de ensino. Assim foram feitos os mais de 500 que existem espalhados pelo Estado do Rio. O objetivo agora é outro.

A realização de edifícios em série, como um carimbo, nasce também de uma praticidade política e representa uma visão que desconsidera aquele caráter único das construções, as relações com o lugar em que se inserem (ou seja, seu contexto) e a excelência no projeto como algo capaz de gerar vínculos do edifício com a população, e vice-versa. A noção da arquitetura como um bem cultural está ligada à sua unicidade.

A iniciativa pela construção destes equipamentos está correta, a forma não. Bons projetos são capazes de transcender o lugar em que se inserem na medida em que criam novos sentidos, despertam interesses e são capazes de convidar uma pessoa, que não mora ali, a ir conhecer e usar aqueles espaços.

O potencial desperdiçado em uma ação repetitiva como esta é assustador.

Resta saber se queremos construir referências públicas significativas nestes lugares, ou apenas acomodar os usos necessários. Para que os "pontos de encontro com o conhecimento" sejam também pontos de encontro entre as pessoas e pontos de encontro destas obras com a cidade.

 

Artigo publicado no jornal Destak em 16/03/2010

 

http://www.bancadigital.com.br/destakrj/reader2/Default.aspx?pID=94&eID=3274&lP=15&rP=0&lT=page

 

Galeria é publicada na revista italiana Domus
Pedro Rivera, 20-03-2010
Bienal Iberoamericana
Pedro Rivera, 19-03-2010
O Xis da Marina
Pedro Évora, 09-03-2010

Por Pedro Évora

 

Nesta semana a cidade recebeu a visita de importantes empresas estrangeiras de arquitetura, que vieram participar de reuniões com o grupo do empresário Eike Batista, numa concorrência pela melhor estratégia e melhor projeto arquitetônico para a Marina da Gloria.

As marinas são garagens públicas para guardar barcos em cidades banhadas pelo mar. Ou pelo menos assim eram. Nas grandes cidades costeiras do mundo, elas vêm se tornando verdadeiros complexos contendo centros de compras, salas comerciais, residências e até garagem de barcos. As cidades globais se mostram também por meio das suas marinas, onde a presença dos barcos parados e a bela vista servem de cenário para um glamouroso ambiente de negócios.

Se os portos são as portas de uma cidade, as marinas são como as janelas, por onde se passa para ver o mar e olhar a cidade por outro ângulo. Mas não usamos muito. A relação de barcos por habitantes no Brasil é de 1/1500 habitantes, enquanto países como Canadá, Estados Unidos ou Noruega chegam a ter 1 para cada vinte habitantes! Por aqui ainda é algo bastante elitizado. Todos têm carro, quase ninguém tem barco e todos preferem ter um amigo que tenha.

A Marina da Glória foi inaugurada em 1979, com projeto original dos arquitetos Amaro Machado e do português Duarte Belo. O parque do flamengo leva a assinatura e o sublime traço do paisagista Roberto Burle Marx e do arquiteto Affonso Reidy.

A proximidade do aeroporto, a implantação no parque do flamengo e a conexão com o hotel Glória fazem com que a Marina da Glória tenha na sua localização o seu maior ativo. O novo complexo deverá contar com hotel, centro de convenções, lojas, restaurantes, escritórios, além de toda a infra estrutura de atracamento de barcos e apoio náutico.

O projeto para a nova marina da gloria tem como maior desafio não apenas a realização de um grande negócio e a criação de uma bela imagem para a cidade, mas o de se tornar um lugar público digno do local que está inserido e capaz de promover e popularizar o lazer, o esporte náutico e - quem sabe? - uma melhor relação dos cariocas com a sua baía.

E por falar em barcos, não posso deixar de comentar o que vimos na noite de sábado com as chuvas. As cenas foram lamentáveis e a constatação do tamanho do nosso despreparo, no mínimo, alarmante. Embora a chuva tenha sido atípica e ter coincidido com a alta da maré, não parece muito sábio culpar a natureza.

 

Artigo publicado no jornal Destak em 09/03/10

Studio-X Rio Pop-up event #2 / Feito pro Rio
Pedro Rivera, 04-03-2010

A Faculdade de Arquitetura, Planejamento e Preservação da Universidade Columbia (GSAPP), o Faiscas.org, o Studio-X Rio e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro convidam para a abertura da exposição FEITO PRO RIO.

 

Studio-X Rio Pop-up Event #2

FEITO PRO RIO

12 março - 11 abril 2010

 

Abertura: Quinta-feira 11 de março de 2010, das 15h as 20h

 

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Av. Infante Dom Henrique 85

Parque do Flamengo

20021-140 Rio de Janeiro RJ

T +5521 2240 4944